Mostrando postagens com marcador Centro de Estudos Afro-Orientais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Centro de Estudos Afro-Orientais. Mostrar todas as postagens

21 de maio de 2011

Biblioteca da CAS

Queridos Amigos,

Fussando a Internet em busca de informações sobre a experiência africana na Bahia para a minha palestra no dia da África na UFBA, acabei encontrando esta informação importante sobre a contribuição do Prof. Agostinho da Silva na criação de um dos importantes centros de estudos sobre a africanidade no Brasil - CEAO. Julgo de suma importância para o acervos da Casa Agostinho Silva no Brasil.

Um afetuoso abraço
Mamadu Lamarana Bari


Acesse o link para download:

http://www.megaupload.com/?d=VFWX6W6J

18 de abril de 2011

Uma idéia inventiva em ação: o CEAO de Agostinho da Silva

O Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) foi criado por Agostinho da Silva quando de sua passagem pela Universidade da Bahia nos meados dos anos de 1950. Hoje, em plena ação política, pedagógica, social e cultural, é exemplo de que o pensamento agostiniano fez-se práxis.



O Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos (Cepaia/UNEB) em parceira com o Ceafro, programa do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da Universidade Federal da Bahia (UFBa) promove na próxima terça-feira (19/4), das 14 às 17h30, a Mesa redonda "Mulheres Indígenas e Negras em movimento: trajetórias e diálogos", que contará com a participação de Glicéria Tupinambá e Korã Xukuru Kariri, líderes indígenas, Eliete Paraguaçu e Elionice Sacramento, líderes quilombolas. Essa atividade faz parte da Semana da Consciência Indígena que acontece de 18 a 20 de abril.

Veja a programação completa no site do CEAO: www.ceao.ufba.br


Para saber mais do CEAO:
YouTube - 50 Anos CEAO, Centro de Estudos Afro-Orientais, UFBA

2 de abril de 2011

O quanto longe alcança o pensamento de Agostinho da Silva


No artigo que escreveu para o livro Agostinho, publicado em 2000, o filho do filósofo português, Pedro Agostinho (foto ao lado), afirmou:

"(...) que se perguntassem ao Professor qual a coisa mais importante que tinha feito no Brasil, ele diria sem hesitar que foi a intervenção na política internacional (1959–1961), e, para esta, o Centro de Estudos Afro-Orientais da hoje Universidade Federal da Bahia."