28 de março de 2011

Pensando o Pensar de Agostinho da Silva

Do retângulo da Europa passamos para algo totalmente diferente. Agora, Portugal é todo o território de língua portuguesa. Os brasileiros poderão chamar-lhe Brasil e os moçambicanos poderão chamar-lhe Moçambique. É uma Pátria estendida a todos os homens, aquilo que Fernando Pessoa julgou ser a sua Pátria: a língua portuguesa. Agora, é essa a Pátria de todos nós. (trecho adaptado ao acordo ortográfico)

27 de março de 2011

In Memoriam: Revisitando o pensamento do professor José Luis Poças Leitão Conceição Silva




Os estudiosos do problema da fome declaravam no final do século XX (segundo milênio) que no século XXI a alimentação de toda a população mundial estaria garantida não só porque a produção de alimentos seria suficiente, mas também, que a sua distribuição equitativa estava garantida. Perspectiva que foi acordada amplamente pela Food and Agriculture Organization (FAO). Infelizmente, parece que está sucedendo precisamente o contrário.



O problema da fome em quase todo o mundo tende a agravar-se. Dos quase sete bilhões de habitantes a que em breve chegará a população mundial, pelo menos dois bilhões passam fome ou são mal alimentados. Esse extraordinário número de indivíduos se encontra, sobretudo, na África e na Ásia. Ao contrário da Europa e das Américas que têm alimentação farta e podem até mesmo exportar. No entanto, também ali mesmo, registram-se problemas por falta de poder de compra de alimentos, como, por exemplo, nos EUA onde cerca de trinta milhões de pessoas recorrem à distribuição de “sopa gratuita” para evitar ou, pelo menos, amenizar a fome.



Esse grave problema é, constantemente, analisado e discutido e propostas de solução são apresentadas. Contudo, não se chega jamais a uma solução definitiva. Parece mesmo que o velho Malthus tinha razão e acertou na sua previsão. Mas, em minha opinião (já publicada várias vezes) a solução existe podendo e devendo ocorrer a partir do Brasil.



Essa posição é sustentada por um estudo experimentado e exposto no livro Manejo Ecológico do Solo (1979) da professora Ana Primavesi. Grande mestra no estudo da agronomia que antes de morrer publicou uma espécie de Relatório no qual se queixava da total falta de iniciativa por parte do Governo e dos órgãos técnicos especializados em tentar, de qualquer maneira, levar à prática a sua proposta, provando que sua adoção em todo o mundo acabaria, definitivamente, com o problema da fome.



Eu tentei de várias formas conseguir alguém com condições para praticar essa nova tecnologia e que se interessasse pelo assunto, mas também não consegui qualquer apoio. Contatei com diversas organizações desde o “Movimento dos Sem Terra” (MST) ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), mas nada consegui. Agora, no entanto, como a idade e o estado de saúde já não me vão permitir ir para o campo e orientar um grupo de trabalhadores interessados no novo processo usando a tecnologia estudada por Ana Primavesi, resolvi expor aqui o melhor que puder, resumidamente, o esquema de trabalho a realizar e tentar a divulgação e a sua publicação no MIL, mantendo, assim, a esperança de iniciar a salvação da humanidade, riscando de seu destino a miséria provocada pela fome. Na tecnologia proposta por Ana Primavesi, dispensa-se o uso de mecanização pesada, agrotóxicos e monocultura em áreas grandes.



Um grupo de agricultores (mais de 4) trabalhando coletiva e comunitariamente executará o projeto. Não haverá “patrão” comandando (um trabalho executado por um grupo de trabalhadores comandados por um patrão é uma prática que lembra a escravatura). O solo será cavado com enxada até uns 15 cm de profundidade e ajuntado para formar camalhões (canteiros) com o máximo de largura de 1,8 metros (180 cm) considerando-se 1,6 metros (160 cm) a área produtiva. O camalhão terá cerca de 35 a 40 centímetros de altura.



A análise do solo levará à necessidade de juntar minerais (não industrializados) e matéria orgânica. Para garantir a fertilidade os camalhões serão irrigados. Ana Primavesi diz no seu livro que um solo assim preparado terá por área de 0,3 metros quadrados (30 decímetros quadrados) e 50 centímetros de profundidade, cerca de 5 trilhões de microorganismos. São eles que garantem a fertilidade. Todo o camalhão será povoado de minhocas cujo número deverá atingir, antes de um ano de trabalho, 400 a 500 por metro quadrado. Toda a matéria orgânica se transformará em húmus de minhoca. As minhocas aproveitarão, também, as raízes e restos das plantas produzidas, em húmus.



Deve, ainda, juntar-se matéria orgânica vinda de fora, sobretudo lixo orgânico de povoações, para garantir a abundância desse ótimo fertilizante. No camalhão serão plantadas todas as espécies de vegetais adaptados ao clima da região e de acordo com o plano de exploração desejado pelos produtores. Como toda a superfície do camalhão tem o mesmo grau de fertilidade, as plantas, até mesmo árvores e arbustos, serão plantadas o mais perto possível, respeitando apenas a incidência do sol. Do que for produzido, uma parte será para o consumo humano (alimento) e outra para a pecuária. O que restar será para as minhocas.



Admite-se, e tentará provar-se, que a produção nos camalhões poderá ser até dez vezes maior do que de uma área igual cultivado pelo sistema tradicional. Pode concluir-se que, com esta tecnologia, a produção mundial de alimentos que hoje poderá atingir no máximo 8 bilhões de pessoas, alimentará mais de 20 bilhões, mesmo que a área utilizada se reduza a metade da atual. Porém, acredito que muito dificilmente a população mundial poderá atingir este número por razões de dificuldades de povoamento diferentes das da alimentação.

Lembrar Agostinho por Pessoa

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis..." Fernando Pessoa

Reflexão: O que diria Agostinho desses missionários?

"Quando os missionários chegaram,
os africanos tinham as terras e eles a Bíblia.
Eles nos ensinaram a orar de olhos fechados.
Quando abrimos os olhos,
nós tínhamos a Bíblia e eles as terras."

Jomo Kenyatta
primeiro presidente do Quênia,
após o fim da colonização britânica

Texto que nos chegou: Despertar da Consciência

QUEREMOS PAZ OU CONFLITO?

Desejamos paz. Não existe ninguém que não a queira. Ainda assim, háalgo em nós que pede o conflito, o enfrentamento. Talvez você não seja capaz de perceber isso neste instante. Pode ser que tenha que esperar por uma situação ou até mesmo por um pensamento que disparem uma reação de sua parte: alguém que o acuse de algo, que não o reconheça, que se intrometa no seu território, que questione sua maneira de fazer as coisas, que provoque uma
discussão sobre dinheiro, etc. Diante de uma circunstância desse tipo, você consegue sentir o imenso impulso de força que começa a atravessá-lo, o medo, que talvez esteja sendo mascarado por raiva ou hostilidade?

É capaz de ouvir sua própria voz se tornando áspera, estridente? Tem consciência de que
sua mente está correndo para defender a posição dela, justificar, atacar, condenar? Em outras palavras, tem capacidade de despertar nesse momento de inconsciência? Sente que algo em você está em guerra, alguma coisa que se vê ameaçada e quer sobreviver a todo custo, que precisa do confronto para afirmar a própria identidade como o personagem vitorioso dentro dessa produção teatral? Consegue sentir que existe algo em você que preferiria estar certo a estar em paz?

ALÉM DO EGO: NOSSA VERDADEIRA IDENTIDADE

Quando o ego está em guerra, saiba que isso não passa de uma ilusão que está lutando para sobreviver. Essa ilusão pensa ser nós. A princípio, não é fácil estarmos lá como testemunhas, no estado de presença, sobretudo quando o ego se encontra nessa situação ou quando um padrão emocional do passado é ativado. No entanto, depois que sentimos o gosto dessa experiência, nosso poder de atingir o estado de presença começa a crescer e o ego perde o domínio que tem sobre nós. E, assim, chega à nossa vida um poder que é
muito maior do que o ego, maior do que a mente. Tudo de que precisamos para nos livrar do ego é estarmos conscientes dele, uma vez que ele e a consciência são incompatíveis.

A consciência é o poder oculto dentro do momento presente. É por isso que podemos chamá-la de presença. O propósito supremo da existência humana, isto é, de cada um de nós, é trazer esse poder ao mundo. E é também por isso que nossa libertação do ego não
pode ser transformada numa meta a ser atingida em algum ponto no futuro.

Somente a presença é capaz de nos libertar dele, pois só podemos estar presentes agora - e não ontem nem amanhã. Apenas ela consegue desfazer o passado em nós e assim transformar nosso estado de consciência.

O que é a compreensão da espiritualidade? A crença de que somos espíritos? Não, isso é um pensamento. De fato, ele está um pouco mais próximo da verdade do que a idéia de que somos a pessoa descrita na nossa certidão de nascimento, mas, ainda assim, é um pensamento.

A compreensão da espiritualidade é ver com clareza que o que nós percebemos, vivenciamos, pensamos ou sentimos não é, em última análise, quem somos, que não podemos nos encontrar em todas essas coisas, que são transitórias e se acabam continuamente.

E provável que Buda tenha sido o primeiro ser humano a entender isso, e dessa maneira anata (a noção do não-eu) se tornou um dos pontos centrais dos seus ensinamentos. E, quando Jesus disse "Negue-se a si mesmo", sua intenção era afirmar: negue (e assim desfaça) a ilusão do eu. Se o eu - o ego - fosse de fato quem somos, seria um absurdo
"negá-lo". O que permanece é a luz da consciência, sob a qual percepções, sensações, pensamentos e sentimentos vêm e vão. Isso é o Ser, o mais profundo e verdadeiro eu. Quando sabemos que somos isso, qualquer coisa que ocorra na nossa vida deixa de ter importância absoluta para adquirir importância apenas relativa. Respeitamos os acontecimentos, mas eles perdem sua seriedade plena, seu peso. A única coisa que faz diferença realmente é isto:
podemos sentir nosso Ser essencial, o "eu sou", como o pano de fundo da nossa vida o tempo todo? Para ser mais exato, conseguimos sentir o "eu sou" que somos neste momento? Somos capazes de sentir nossa identidade essencial como consciência propriamente dita? Ou estamos nos perdendo no que acontece, na mente, no mundo?

TODAS AS ESTRUTURAS SÃO INSTÁVEIS
Seja qual for a forma que assuma, a motivação inconsciente por trás do ego é fortalecer a imagem de quem nós pensamos que somos, o eu-fantasma que passa a existir quando o pensamento - uma enorme bênção, assim como uma grande maldição - começa a dominar e a obscurecer a simples, e ainda assim profunda, alegria da conectividade com o Ser, a Origem, Deus.

Independentemente do comportamento que o ego manifeste, a força motivadora oculta é sempre a mesma: a incessante necessidade de aparecer, ser especial, estar no controle, ter poder, ganhar atenção. E, é claro, a necessidade de experimentar uma sensação de isolamento, ou seja, de oposição, de ter inimigos.

O ego sempre quer alguma coisa das pessoas ou das situações. No caso dele há sempre um plano oculto, um sentimento de "ainda não é o bastante", de insuficiência e falta, que precisa ser atendido. Ele usa as pessoas e situações para conseguir o que deseja e, até mesmo quando é bem-sucedido, nunca fica satisfeito por muito tempo. Em geral, vive frustrado com seus objetivos - na maior parte do tempo, a lacuna entre o "eu quero" e "o que acontece" tornase uma fonte constante de aborrecimento e angústia. A clássica canção dos Rolling Stones (I Can’t Get No) Satisfaction ("Não consigo ter satisfação") é sua música.

A emoção subjacente que governa todas as atividades do ego é o medo. O medo de não ser ninguém, o medo da não-existência, o medo da morte. Todas as suas ações, enfim, destinam-se a eliminar esse temor. No entanto, o máximo que o ego consegue fazer é encobri-lo temporariamente, seja com um relacionamento íntimo, a aquisição de um novo bem ou tendo um bom desempenho numa coisa ou noutra. A ilusão nunca nos satisfaz.
Apenas a verdade de quem nós somos, se compreendida, nos libertará.

Por que o medo? Porque o ego surge pela identificação com a forma e, na verdade, ele sabe que nenhuma forma é permanente, que todas elas são transitórias. Assim, há sempre um sentimento de insegurança ao seu redor, mesmo que externamente ele pareça confiante.

Certa vez, quando eu caminhava com um amigo numa linda reserva natural próxima a Malibu, na Califórnia, chegamos às ruínas do que fora uma casa de campo, destruída pelo fogo décadas atrás. Aos nos aproximarmos da propriedade, toda cercada de árvores e de plantas magníficas, vimos, ao lado da trilha, uma placa que as autoridades do parque haviam colocado ali. Nela estava escrito: "Perigo. Todas as estruturas são instáveis." Comentei com meu amigo: "Este é um sutra profundo." E ficamos parados, impressionados.

Depois que compreendemos e aceitamos que todas as estruturas (formas) são efêmeras, até mesmo os materiais aparentemente sólidos, a paz surge dentro de nós. Isso acontece porque o reconhecimento da impermanencia de todas as formas nos desperta para a dimensão do que não tem forma no nosso interior, o que está além da morte. Jesus chamou isso de "vida eterna".

A NECESSIDADE DO EGO DE SE SENTIR SUPERIOR

Existem muitas formas sutis de ego que, mesmo sendo tênues, podemos observar com facilidade nas pessoas e, mais importante, em nós. Lembre-se:
no momento em que nos tornamos conscientes do nosso ego, essa consciência emergente é quem somos além do ego, o "eu" profundo. O reconhecimento do falso já é o surgimento do real.

Por exemplo, imagine que você está prestes a contar uma novidade a alguém. "Já sabe o que aconteceu? Não? Vou lhe dizer." Se estiver alerta o suficiente, no pleno estado de presença, será capaz de detectar um rápido sentimento de satisfação dentro de si imediatamente antes de dar a notícia, até mesmo se ela for má. Isso ocorre porque, por um breve momento, existe, aos olhos do ego, um desequilíbrio a seu favor na relação entre você e a outra
pessoa. Durante esse instante, você sabe mais do que ela. Essa satisfação provém do ego e ela surge porque sua percepção do eu é mais forte em comparação com a outra pessoa. Ainda que o interlocutor seja o presidente ou o papa, você se sente superior a ele naquele momento porque sabe mais. Esse é um dos motivos que fazem com que muita gente se vicie em fofoca.

Além disso, a fofoca costuma carregar um elemento de crítica e julgamento malicioso dos outros. Dessa forma, também fortalece o ego por meio da superioridade moral imaginada, que fica implícita em toda apreciação negativa que fazemos de alguém.

Se uma pessoa tem mais, sabe mais ou pode fazer mais do que nós, o ego se sente ameaçado porque o sentimento de "menos" diminui sua percepção imaginada do eu em relação a ela. Assim, ele pode tentar se recuperar procurando, de algum modo, criticar, reduzir ou menosprezar o valor das capacidades, dos bens ou dos conhecimentos desse indivíduo. Ou pode mudar de estratégia: em vez de competir, vai se valorizar por meio da
associação com essa pessoa, caso ela seja considerada importante aos olhos dos outros.

EGO E FAMA

O fenômeno bem conhecido de "citar nomes", a menção casual de pessoas que conhecemos, faz parte da estratégia do ego para ganhar uma identidade superior aos olhos dos outros e, portanto, aos seus próprios olhos mediante a associação com alguém "importante". O mal de ser famoso é que a verdadeira identidade do indivíduo torna-se totalmente obscurecida por uma imagem mental coletiva. A maioria das pessoas que se aproxima de alguém célebre quer melhorar a própria identidade - a imagem mental de quem elas são - por meio dessa associação. Talvez elas até ignorem o fato de que não estão interessadas no indivíduo famoso, e sim apenas em fortalecer sua percepção ficcional do eu. Acreditam que, por meio dele, podem ser mais.

Tentam se completar por intermédio dele ou da sua imagem mental como alguém de renome, uma identidade conceituai coletiva inquestionável.

A supervalorização absurda da fama é simplesmente uma das muitas manifestações da loucura egóica do nosso mundo. Algumas celebridades caem no mesmo erro e se identificam com a ficção coletiva, isto é, com a imagem que as pessoas e a mídia criaram delas, e começam a se considerar de fato superiores aos reles mortais. O resultado disso é que elas se tornam cada vez mais alienadas de si mesmas e dos outros, mais infelizes e mais dependentes da continuidade da sua popularidade. Cercadas apenas por pessoas que se aumentam da sua auto-imagem inflada, mostram-se incapazes de estabelecer
relacionamentos verdadeiros.

Albert Einstein, que foi admirado quase como sobre-humano e acabou se tornando uma das pessoas mais famosas do planeta, nunca se identificou com a imagem que a mente coletiva criou dele. Permaneceu humilde, sem ego.

E chegou a dizer o seguinte: "...uma contradição grotesca entre o que as pessoas consideram ser minhas conquistas e habilidades e a realidade de quem eu sou e do que sou capaz."5
É por esse motivo que um indivíduo famoso tem dificuldade para estabelecer um relacionamento verdadeiro com as pessoas. Uma relação autêntica é aquela que não é dominada pelo ego, que está sempre voltada para a construção da sua imagem e para a busca do eu. Num relacionamento genuíno, há um fluxo de atenção plena e receptiva que é dirigido à outra pessoa, e nele não cabe nenhum outro querer. Essa atenção plena é a presença - o pré-requisito para todo relacionamento autêntico. O ego age sempre da
seguinte forma: ou quer alguma coisa ou, se acredita que não existe nada para obter do outro, assume um estado de profunda indiferença e não se preocupa com ele. Assim, os três estados predominantes dos relacionamentos egóicos são: o querer, o querer insatisfeito (raiva, ressentimento, acusação, queixa) e a indiferença.

Trecho do Despertar da Consciência
Eckhart Tolle

Mensagem agostiniana

Um aspecto de Cristo extremamente importante é o aspecto da caridade, [...]. Caridade significa ver no outro a graça, charis, que está oculta pela sua miséria, pela sua falta de educação, pela sua deformidade física mesmo. [...]. Então veio Cristo... uma das suas mensagens talvez mais importantes fora da metafísica, era essa de obrigar cada homem que se diz cristão a descobrir a graça, que tem de ser nos outros soprada, animada, como a gente sopra uma fogueira que se está a extinguir. Naqueles homens que nos aparecem como miseráveis, aleijados, desprotegidos, há uma fogueira que se extingue, e por isso é preciso soprar nela – foi o que Cristo ensinou .

Para conhecer Agostinho

Agostinho da Silva viveu praticamente sob palavras e ações. Demonstrou-nos uma saga de LUZ de conhecimentos; de grandes verdades, as quais, podem ser postas em prática a qualquer tempo e hora de nossas vidas.
Agostinho projeta ao mundo em crise a fraternidade ecumênica, o saber servir, amar e rezar.
Sejamos todos servidores da Humanidade.