21 de maio de 2011

Saudades do Futuro



O vídeo fala sobre o Sebastianismo, movimento que surgiu em Portugal, no século XVI, como conseqüência do desaparecimento do rei Dom Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, na África, em 1578. O mito do Sebastianismo se manifesta também no Brasil, de maneira análoga, na tradição do bumba-meu-boi.
A linha condutora é o depoimento de Fernando Bastos, doutor em Filosofia, escritor e professor da Universidade de Brasília desde 1966.

Momento CAS Reflexão: VIDEO PREMIADO NA ALEMANHA

Uma história real.
Este curta metragem foi eleito como melhor no festival alemão por votação do público.
Dê um clique abaixo e... AGRADEÇA SEMPRE!!!

http://www.cultureunplugged.com/play/1081/Chicken-a-la-Carte

Watch Documentaries online Promote Documentary Film : Chicken a la Carte by Ferdinand Dimadura

Biblioteca da CAS

Queridos Amigos,

Fussando a Internet em busca de informações sobre a experiência africana na Bahia para a minha palestra no dia da África na UFBA, acabei encontrando esta informação importante sobre a contribuição do Prof. Agostinho da Silva na criação de um dos importantes centros de estudos sobre a africanidade no Brasil - CEAO. Julgo de suma importância para o acervos da Casa Agostinho Silva no Brasil.

Um afetuoso abraço
Mamadu Lamarana Bari


Acesse o link para download:

http://www.megaupload.com/?d=VFWX6W6J

20 de maio de 2011

Memória da CAS



in memorian

Professor poeta
permanente dimensão
tudo nele em canto
Lonjura & Auroras

tensão reflexa
palavra flecha

Do Pessoa navegador
encanta versos
do reverso do tempo
Grão & Terraço

revolvendo templos mistérios
silêncios dionisíacos

Como viver sem a utopia da paixão?




(texto de Lúcia Helena Sá)


20 de maio de 2011

Homenagem ao Prof. Dr. Fernando Bastos

Casa Agostinho da Silva/Casa Lusófona (CAS) e Cátedra Agostinho da Silva (TEL/UnB)

19 de maio de 2011

17 de maio de 2011

Mensagem agostiniana

(…) O público adora os filósofos que pode compreender, que lhe vão na esteira, desencontrados como ele; o som das palavras move mais os homens do que o seu conteúdo (...).
“São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem.

Agostinho da Silva, trecho recolhido de Sete Cartas a um Jovem Filósofo – Seguidas de Outros Documentos para o Estudo de José Kertchy Navarro, I, IV, Edição da Ulmeiro, 1990.

Momento CAS reflexão

Se prestar mais atenção, vai descobrir que o tronco de árvore em decomposição e as folhas apodrecendo não só dão origem a nova vida, como estão cheios de vida.
Há microorganismos em ação. As moléculas estão se reorganizando.

Portanto não há morte em parte alguma da floresta. Há apenas a transformação da
vida. O que pode aprender com isso?
Aprende que a morte não é contrário da vida. A vida não tem oposto. O oposto da morte é o nascimento. A vida é eterna.

A cultura ocidental ainda nega amplamente a morte. Quando se nega a morte, a vida perde a profundidade. A possibilidade de saber quem somos para além do nome e da forma física
a nossa dimensão transcendental desaparece, pois a morte é a abertura para essa dimensão.
Sempre que uma experiência termina, a forma que essa experiência tinha na sua consciência desaparece. Muitas vezes isso faz com que você sinta um vazio do qual a maioria das pessoas tenta fugir.

Se você aprender a aceitar e até acolher os pequenos e grandes fins que acontecem em sua vida, pode descobrir que o sentimento de vazio que a princípio causou tanto desconforto se transforma num espaço interno profundamente cheio de PAZ.

Perder algo concreto que você inconscientemente identificou como seu pode ser uma experiência muito dolorosa. É como se ficasse um buraco na sua existência.
Quando isso ocorrer, não negue nem ignore a dor e a tristeza que sente.
Aceite-as. Cuidado, porque a mente tem a tendência de construir uma história em torno da perda em que você desempenha o papel de vítima. Preste atenção ao que está por trás dessas emoções, assim como da história que sua mente criou: aquela sensação de buraco, aquele espaço vazio. Você é capaz de encarar o vazio de frente, talvez descubra que ele deixa de ser assustador. E pode se surpreender ao descobrir que há PAZ emanando de LÁ.

A maioria das pessoas sente que sua identidade, sua noção do eu , é algo extremamente precioso e não querem perder. Por isso têm tanto medo da morte.

Parece assustador e inimaginável que o eu possa deixar de existir. O eu que você concebe é apenas uma forma temporária na consciência. Sua essência, seu EU SOU eterno é a única coisa que você não perde nunca.

Aos 20 anos de idade, você sente seu corpo forte e vigoroso; 60 anos depois, sente o corpo mais fraco e envelhecido. Sua forma de pensar certamente não é a mesmo de quando tinha 20 anos. No entanto, a percepção de que seu corpo está jovem ou velho ou de que sua forma de pensar mudou é a mesma. Essa percepção é o que há de eterno em você é a própria consciência. É a vida ÚNICA que assume muitas formas. Você pode perder essa Vida? Não, porque você é Ela.

Às vezes, pessoas muito doentes ou muito idosas ficam, por assim dizer, quase transparentes nas últimas semanas, meses ou até anos de suas vidas. Quando nos olham, é possível ver uma luz brilhando através de seus olhos. Não há mais sofrimento psicológico. Elas se entregaram, e assim o eu autocentrado se dissolveu. Morreram antes de morrer e encontraram uma profunda paz interior pela compreensão de que dentro delas existe algo imortal.

Nos poucos momentos que antecedem a morte física, e à medida que está morrendo, você tem uma experiência de si mesmo como uma consciência livre da forma. A morte então é sentida como ilusória tão ilusória quanto a forma física que você identificava como você.
Entregue-se profundamente a cada aspecto dessa experiência, entregue-se aos seus sentimentos, assim como à dor e ao desconforto que a pessoa à morte possa estar sentindo. Sua entrega e a calma que isso traz vão ajudar muito essa pessoa e facilitar sua transição. Se forem necessárias palavras, elas virão do silêncio que existe dentro de você. (Eckhart Tolle)
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Texto enviado por Jayme Mathias Andrade