15 de agosto de 2011

Exposição Brasiliana Itaú em Brasília











Panorama de São Luiz do Maranhão, c. 1860 | Joseph Léon Righini | Reprodução fotográfica João L. Musa/Itaú Cultural 

Pinturas, aquarelas, desenhos, gravuras, mapas, documentos e livros ligados à história do Brasil desde o período colonial até as primeiras edições dos álbuns produzidos no século XIX, assim como os livros de artistas ilustrados do século XX, invadem o Distrito Federal com a chegada da mostra Brasiliana Itaú ao Museu Nacional do Conjunto Cultural da República.

Com curadoria de Pedro Corrêa do Lago, a exposição fica em cartaz de 14 de julho a 21 de agosto. Entre seus destaques estão um retrato de Dom Pedro II ainda jovem, feito por Rugendas em 1846, a pintura Povoado Numa Planície Arborizada, de Frans Post, que retrata um típico vilarejo nordestino do começo do século XVII, além de um conjunto de quadros e gravuras de viajantes e naturalistas. 

A última parte da mostra contém livros de grande importância para a cultura brasileira, manuscritos de todos os governantes do país e documentos do período da escravidão. Também será exibida uma coleção em que a obra de grandes artistas se mescla com o trabalho de importantes escritores.

O acervo completo da Brasiliana conta com 1,2 mil itens, com cerca de cinco mil imagens.
Hoje, dia 15 de agosto às 19h, haverá uma mesa-redonda com a  participação do curador, Pedro Corrêa do Lago; do diretor da CAL, Zulu Araújo,  e do diretor do Museu Nacional da República, Wagner Barja. Amanhã, 16 de agosto, haverá visita-guiada com o curador às 16h.

Local: Museu Nacional Honestino Guimarães (Conjunto Cultural da República)
Data: até 21 de agosto
Visitação: de terça à domingo, das 9h às 18h30

12 de agosto de 2011

213 anos da Revolta dos Búzios














Hoje completam-se 213 anos desde a Revolta dos Búzios, também conhecida como Revolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana, ocorrida em 1798.

Importante lembrarmos o protagonismo do povo negro na luta pela democracia, libertação dos escravos e igualdade de direitos no Brasil.A partir de março deste ano, os nomes dos quatro heróis negros condenados ao enforcamento pela liderança no movimento (João de Deus do Nascimento, Manuel Faustino dos Santos Lira, Lucas Dantas de Amorim Torres e Luiz Gonzaga das Virgens e Veiga) figuram no Livro dos Heróis Nacionais.

Em Salvador, no Palácio Rio Branco, Praça Municipal, nesta sexta-feira os heróis negros serão homenageados na exposição interativa "Revolta dos Búzios, Heróis Negros do Brasil", que apresentará, para visitação até domingo (14), documentos textuais, manuscritos e livros raros sobre a temática.

Serão expostas também, biografias dos heróis e réplicas dos “boletins sediciosos” afixados nas ruas de Salvador pelos líderes do movimento. Na ocasião, será lançada uma cartilha com textos e documentos históricos sobre a revolta, além de selo e carimbo comemorativos aos ‘Heróis Negros do Brasil’, em parceria com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).

Saindo do local onde os heróis foram enforcados, Praça da Piedade, até o Palácio Rio Branco, às 15h, uma caminhada será animada por grupos culturais,como os jovens da Escola Criativa do Olodum, e pela banda Tambores da Raça, comandada pelo cantor e compositor Adailton Poesia.

Fonte: http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/herois-negros-da-revolta-de-buzios-receberao-homenagens-dia-12-de-agosto/

"Animai-vos ,ó, bahiense, é chegado o tempo para a vossa ressurreição, sim para que ressuscitem do abismo da escravidão, para levantares a Sagrada Bandeira da Liberdade"
(Texto do manifesto colado nas portas das 12 igrejas do centro da cidade em 1798).

Saiba mais sobre a Revolta dos Búzios aqui.

11 de agosto de 2011

Chamada para publicação: revista IDENTIDADES

A CASA AGOSTINHO DA SILVA (CAS) é uma entidade que tem por objetivo a divulgação da obra do professor George Agostinho Baptista da Silva, promovendo o seu pensamento. A sede da associação realiza atividades nomeadamente as de divulgação dos Povos de Língua Portuguesa e de incentivo ao estudo e pesquisa da cultura lusófona/lusofilia entre culturas avizinhadas pelo mesmo idioma.


A CAS tem o prazer de convidá-lo (a) a participar do primeiro exemplar da


Revista IDENTIDADES Os Povos de Língua Portuguesa. Uma nova perspectiva para o século XXI.


O tema para este número ficará a critério do autor desde que inserido no assunto “Os Povos de Língua Portuguesa”. Pretendemos adesão de todos os quadrantes, sobretudo, dos falantes de língua portuguesa de África, Timor Leste e Galiza (Galícia), tantas vezes preteridos.
Desde já, esclarecemos que nossa iniciativa visa a fazer valer propostas que foram iniciadas pelo professor Agostinho da Silva pelos muitos lugares por onde deixou fincado seu ideal pedagógico, humanista e de vida conversável e pretende refletir na Revista IDENTIDADES que “O que é verdadeiramente tradicional é a invenção do futuro.”


O texto a ser encaminhado deverá ter até 3 (três) páginas, estar na fonte Times New Roman, tamanho 12 e ser escrito consoante o novo acordo ortográfico. Caso o texto tenha ilustração, deve ser enviado arquivo em formado *.jpeg, citando referência da imagem com resolução acima de 1000 pixéis. Texto e ilustração devem ser enviados, impreterivelmente, até 28 de agosto de 2011 para os emails: casagostinhodasilva@gmail.com /alethoar@gmail.com


Dúvidas e/ou orientações devem, também, ser encaminhadas aos mesmos emails.
Cordialmente,
Lúcia Helena Sá
Presidente da Casa Agostinho da Silva – CAS

7 de agosto de 2011

O papel da galicia/galiza na formação da cultura e língua portuguesas

Alguns pontos importantes que os seguintes filmes mostram:

1) O português de fato é o galego da mesma forma que o espanhol é o castelhano.

2) A identidade sueva de 409 a 585 é maior do que a visigótica de 585 a 711.




2 de agosto de 2011

poétiCAS

Por que se preocupar
com algumas rugas?

'Ame a todo momento, todos os dias,
de todas as formas e maneiras,
de qualquer jeito, em todo lugar,
sem culpas, sem pudores,
sem preconceitos, sem tabus, sem vergonha....
MAS AME!!!'

A VIDA É O DEVER QUE NÓS TROUXEMOS PARA FAZER EM CASA.

Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já se passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olharia o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.

Mário Quintana