21 de novembro de 2012
20 de novembro de 2012
O lixo nosso de cada dia
Lixão é um depósito a céu aberto, viveiro de roedores, mosquitos e outros vetores, que lá proliferam para, depois, contaminarem animais e humanos
Carlos Cristo
No Distrito Federal, cada habitante produz 2,4kg de lixo por dia. Desses, menos de 20% são encaminhados para usinas de separação e tratamento, onde resíduos secos são separados dos úmidos, destinando-se estes últimos à compostagem. Oitenta por cento vão para o lixão da Estrutural, uma área de 196 hectares, vizinha ao Parque Nacional, e a 9km do centro urbano.
Lixão é um depósito a céu aberto, viveiro de roedores, mosquitos e outros vetores, que lá proliferam para, depois, contaminarem animais e humanos. Para o subsolo escorre o chorume, resíduo líquido e pestilento, que contamina o lençol freático. Subindo para a atmosfera, o dióxido de carbono e o metano, gazes de efeito estufa, contribuirão para o aquecimento global.
Abordei, em artigo recente, a questão da integração da cidade, postulando a convivência harmoniosa do comércio e dos serviços com a habitação. O tema deste momento é mais espinhoso: como promover a convivência da moradia com o lixo? A resposta rápida, fácil e praticada é a negação. Não existiria essa possibilidade e, portanto, como mal necessário, a disposição deve fazer-se longe das vistas e do olfato de todos, em locais afastados e não frequentados pelos grandes produtores. Essa não é apenas uma lógica nacional. Tanto para a disposição dos resíduos, quanto para o uso das matérias-primas, 20% da população mundial consome 40% da energia e das matérias-primas do planeta. A produção de resíduos mantém-se em idêntica proporção.
A pura e simples segregação espacial afasta o problema, mas está longe de eliminá-lo; ao contrário, aumenta-o perigosamente. Nesse modelo tradicional, o lixo é obrigado a circular pelas cidades, num tráfego indesejável e poluidor. A disposição nos lixões polui e os aterros sanitários, mais onerosos, mitigam, mas não eliminam as consequências, principalmente a emissão de gazes.
A questão dos resíduos deve ser tratada o mais próximo da fonte geradora possível. A primeira vantagem são os custos diretos e indiretos da logística: o transporte do lixo. A segunda é a transferência da responsabilidade para os produtores, sensibilizando-os pelos famosos 3Rs: redução, reutilização e reciclagem.
O modelo utilizado por diversos países europeus, de cobrança por peso de lixo, é uma forma de atuar sobre a redução dos resíduos, o que pode ser combinado com descontos pela separação dos recicláveis, incentivando essa prática. O incentivo à compostagem familiar deve visar, preferenciamente, as áreas de habitações isoladas, como Lago Sul, Lago Norte e Park Way.
É inaceitável colocar nas lixeiras restos de podas de árvores e arbustos ou de corte de grama, isso deveria mesmo ser proibido. O uso de composteiras nos jardins poderá absorver não só os resíduos do próprio jardim, mas da cozinha. Sistemas aeróbicos são completamente inodoros e não atraem insetos.
Já os resíduos secos e não recicláveis podem ser incinerados, por meio das WTE (waste to energy), em que o lixo é convertido em energia elétrica. Cidades como Amsterdã usam o WTE como solução geral, para toda a urbe. É lá a maior usina do gênero no planeta. Num mundo preocupado com a carência de energia, qualquer contribuição à sua produção é importante.
Em áreas de maior densidade, como no Plano Piloto, ou média, como em Ceilândia, já há usinas de tratamento de lixo, processando em torno de 600 toneladas diárias. Parte do lixo vai para compostagem e parte para cooperativas de reciclagem, atividade que emprega milhares de pessoas. Falta o processo de incineração, para o lixo seco não reciclável.
A pergunta é se o sistema proposto é aceitável economicamente. O custo direto será, certamente, mais elevado do que o atual, no qual não são apropriadas as externalidades negativas do sistema tradicional, com o deslocamento dos caminhões para um único ponto de descarte, a contaminação do solo, das águas, do ar e a propagação de doenças.
Lembro-me da forma eficaz encontrada para interromper a poluição dos grandes rios europeus, que foi a obrigatoriedade de os grandes consumidores captarem água à jusante da própria emissão dos efluentes. Olhando para esse exemplo, podemos imaginar que se o Lago Sul, o Lago Norte e o Park Way tiverem que cuidar do lixo que produzem, exportando apenas os resíduos recicláveis e já segregados, dando destino final aos resíduos orgânicos, pela compostagem, e aos secos e não recicláveis, pela incineração, teremos soluções sustentáveis e eficazes para o problema.
Lixão é um depósito a céu aberto, viveiro de roedores, mosquitos e outros vetores, que lá proliferam para, depois, contaminarem animais e humanos. Para o subsolo escorre o chorume, resíduo líquido e pestilento, que contamina o lençol freático. Subindo para a atmosfera, o dióxido de carbono e o metano, gazes de efeito estufa, contribuirão para o aquecimento global.
Abordei, em artigo recente, a questão da integração da cidade, postulando a convivência harmoniosa do comércio e dos serviços com a habitação. O tema deste momento é mais espinhoso: como promover a convivência da moradia com o lixo? A resposta rápida, fácil e praticada é a negação. Não existiria essa possibilidade e, portanto, como mal necessário, a disposição deve fazer-se longe das vistas e do olfato de todos, em locais afastados e não frequentados pelos grandes produtores. Essa não é apenas uma lógica nacional. Tanto para a disposição dos resíduos, quanto para o uso das matérias-primas, 20% da população mundial consome 40% da energia e das matérias-primas do planeta. A produção de resíduos mantém-se em idêntica proporção.
A pura e simples segregação espacial afasta o problema, mas está longe de eliminá-lo; ao contrário, aumenta-o perigosamente. Nesse modelo tradicional, o lixo é obrigado a circular pelas cidades, num tráfego indesejável e poluidor. A disposição nos lixões polui e os aterros sanitários, mais onerosos, mitigam, mas não eliminam as consequências, principalmente a emissão de gazes.
A questão dos resíduos deve ser tratada o mais próximo da fonte geradora possível. A primeira vantagem são os custos diretos e indiretos da logística: o transporte do lixo. A segunda é a transferência da responsabilidade para os produtores, sensibilizando-os pelos famosos 3Rs: redução, reutilização e reciclagem.
O modelo utilizado por diversos países europeus, de cobrança por peso de lixo, é uma forma de atuar sobre a redução dos resíduos, o que pode ser combinado com descontos pela separação dos recicláveis, incentivando essa prática. O incentivo à compostagem familiar deve visar, preferenciamente, as áreas de habitações isoladas, como Lago Sul, Lago Norte e Park Way.
É inaceitável colocar nas lixeiras restos de podas de árvores e arbustos ou de corte de grama, isso deveria mesmo ser proibido. O uso de composteiras nos jardins poderá absorver não só os resíduos do próprio jardim, mas da cozinha. Sistemas aeróbicos são completamente inodoros e não atraem insetos.
Já os resíduos secos e não recicláveis podem ser incinerados, por meio das WTE (waste to energy), em que o lixo é convertido em energia elétrica. Cidades como Amsterdã usam o WTE como solução geral, para toda a urbe. É lá a maior usina do gênero no planeta. Num mundo preocupado com a carência de energia, qualquer contribuição à sua produção é importante.
Em áreas de maior densidade, como no Plano Piloto, ou média, como em Ceilândia, já há usinas de tratamento de lixo, processando em torno de 600 toneladas diárias. Parte do lixo vai para compostagem e parte para cooperativas de reciclagem, atividade que emprega milhares de pessoas. Falta o processo de incineração, para o lixo seco não reciclável.
A pergunta é se o sistema proposto é aceitável economicamente. O custo direto será, certamente, mais elevado do que o atual, no qual não são apropriadas as externalidades negativas do sistema tradicional, com o deslocamento dos caminhões para um único ponto de descarte, a contaminação do solo, das águas, do ar e a propagação de doenças.
Lembro-me da forma eficaz encontrada para interromper a poluição dos grandes rios europeus, que foi a obrigatoriedade de os grandes consumidores captarem água à jusante da própria emissão dos efluentes. Olhando para esse exemplo, podemos imaginar que se o Lago Sul, o Lago Norte e o Park Way tiverem que cuidar do lixo que produzem, exportando apenas os resíduos recicláveis e já segregados, dando destino final aos resíduos orgânicos, pela compostagem, e aos secos e não recicláveis, pela incineração, teremos soluções sustentáveis e eficazes para o problema.
Carlos Manuel Pedroso Neves Cristo
23 de outubro de 2012
Como é cada vez mais reconhecido, Portugal está hoje num completo impasse. Os partidos do arco governamental vincularam o nosso país a um conjunto de obrigações que, como se comprova pelo Orçamento de Estado para 2013, levará o povo português a uma pobreza cada vez maior. Os partidos da oposição, por outro lado, não apresentam real alternativa – se deixasse de, unilateralmente, cumprir o “Memorando de Entendimento com a Troika”, Portugal entraria, de imediato, em colapso financeiro. E as propaladas “renegociações” têm sido promessas sem qualquer fundamento – as instâncias que nos têm emprestado dinheiro já garantiram, por mais do que uma vez, que os termos do Memorando de Entendimento jamais poderão ser alterados de forma substancial. Chega, pois, de ilusões.
Na esteira das múltiplas posições que tem tomado, o MIL propõe que se inicie um grande debate nacional, extensivo a toda a sociedade civil, que deverá ter como corolário um Referendo à nossa Adesão ao Euro. Ao longo desse debate, devem ser equacionados os rumos possíveis do nosso futuro comum – pela parte do MIL, defendemos que deve ser equacionada com os restantes países lusófonos a constituição de um Fundo de Emergência que permita a desvinculação, em parte ou por inteiro, das obrigações assumidas no “Memorando de Entendimento com a Troika”. Isto no âmbito de um acordo mais vasto – no plano económico e político – de convergência estratégica com os restantes países da CPLP.
Perante essa alternativa – que não implica a nossa saída da União Europeia (há países da União Europeia que não aderiram ao Euro) –, o povo português deve pois ser chamado a pronunciar-se em Referendo. Recordamos que, não obstante todas as promessas nesse sentido, a nossa Adesão ao Euro nunca foi referendada – como, de resto, nenhum outro passo da nossa integração europeia. Isto apesar de, ano após ano, as vozes mais lúcidas do nosso país terem alertado para os seus riscos políticos e económicos (hoje, infelizmente, à vista de todos). Cada vez mais, economistas credíveis questionam a nossa permanência no Euro – essa hipótese não constitui pois um tabu; pode e deve ser discutida. Num momento em que há um absoluto divórcio entre o povo português e a nossa classe política, é tempo de ser o próprio povo português a escolher, em Referendo, qual deve ser o nosso futuro.
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
INTEGRADA NA QUINZENA DA CULTURA CABO-VERDIANA EM HOMENAGEM A EUGÉNIO TAVARES, A DECORRER NAS INSTALAÇÕES DA ACV, SITAS NA RUA DUQUE DE PALMELA Nº2, 8º ANDAR, LISBOA, A ASSOCIAÇÃO CABOVERDEANA (ACV) TEM A HONRA E O PRAZER DE CONVIDÁ-LO (A) A ASSISTIR À APRESENTAÇÃO PÚBLICA DOS LIVROS O ALMANAQUE DE LEMBRANÇAS LUSO-AFRICANO(ORGANIZAÇÃO DOS PROFESSSORES ALBERETO DE CARVALHO E JOÃO LOPES FILHO) EALMANAQUE DE LEMBRANÇAS LUSO-BRASILEIRO. A PRESENÇA CABO-VERDIANA. 1851-1900(ORGANIZAÇÃO DE JEAN-MICHEL MASSA) QUE TERÁ LUGAR A PARTIR DAS 18:30H DO DIA 25 DO CORRENTE MÊS DE OUTUBRO (QUINTA-FEIRA).
22 de outubro de 2012
Galiza URGENTE
Assimilação da Galiza
Artur Alonso
Galiza, vive hoje uma tendência
de assimilação linguística e cultural,
que as eleições de estes dias não fazem
mais que reforçar e que
submerge suas raízes desde que no medievo o Reino da
Galiza,
tentou hegemonizar o domínio peninsular, e este projeto cheio de azar,
teve continuidade e sucesso, no projeto de dominação castelhano,
como muito bem
tem estudado autores como
José Manuel Barbosa e Anselmo López Carreira, entre
outros...
De haver sido nós os dominadores talvez agora estaríamos nós,
De haver sido nós os dominadores talvez agora estaríamos nós,
precisamente,
assimilando cultural e linguisticamente outros povos
(algo que também não seria
desejável). No entanto a história virou
de costas para nós... mesmo antes da
Doma e Castração de Isabel e Fernando...
mesmo antes do esvaziamento do nosso
poder nobiliar e substituição
no cimo do controle de poder galego por aliados
diretos do poder castelhano
aragonês... mesmo de antes de impossibilitar as
famílias galegas exercer
cargos públicos no seu próprio território... etc.
Esta falta dum poder galego identificado com o país é o que levou a
Esta falta dum poder galego identificado com o país é o que levou a
dia de
hoje, a reafirmar essa velha tendência secular de integração,
na unidade maior
centralista espanhola, baixo a visão de
unidade linguístico - cultural
castelhana... Ao invés do que está a suceder
em Catalunha e em Euskadi – este
ultimo território cujas recentes
eleições coincidiram com as galegas –
processos, que pela contra,
mostram uma consolidação lenta, não isenta de
problemas de
lutas com poder central – também com força assentado nestas nações-,
mas com capacidade autóctone de comandar um projeto de
recuperação identitária,
que pouco a pouco vai sendo assente em
mais e mais camadas da população; o qual
afunila, de cada passo em
favor da cultura vasca e catalã, um pouco mais a
margem de manobra
dos partidos estatais e das visões “espanholistas” que certos setores
sociais, ainda conservam, em
ambas nacionalidades.
Outra tendência: a de Unidade
Espanhola na diversidade fica ferida morte,
e sendo já residual, desde que a
oposição do PP impedira em épocas anteriores
um redesenho do marco estatal
espanhol, reforma constitucional incluída;
situa em cima da mesa um debate que
o próprio PP (antes Aliança Popular),
tenta evitar desde o inicio da
democracia: o modelo adequado de Estado,
para a convivência pacifica entre os
distintos povos da Espanha.
Frustrado esse debate desde a
constituição das autonomias como
um “café para todos” Euskadi e Catalunha, são
cientes a dia de hoje,
que no marco atual Espanhol, seu acomodo passa, pela
lenta mais
continua substituição lingüística, assim como a perda de valores
culturais
que os identifica como povos,
dado o que está a acontecer em Valencia,
Baleares e Galiza; onde a chamada
língua mãe, já é muito minoritária
nas novas gerações, e onde como no caso
galego
tão só o 3% dos meninhos e meninhas em idade de pré-escolar
são
escolarizados na língua do país. Assemade com a visão imposta,
tempo atrás, do
castelhano como língua espanhola... e pelo tanto
única língua de comunicação
entre as distintas comunidades do Estado,
as outras línguas também espanholas
ficam subordinadas a mal chamada
“língua comum”... que em nenhum período
histórico,
foi aceite democraticamente pelo resto dos territórios do Estado,
como a língua franca de uso na península...
Deste jeito, sem capacidade de
auto governo real, Galiza,
avança neste novo marco nascido destas eleições,
a
passos cada vez mais firmes, para a unidade linguístico e cultural,
como o
resto do estado, baixo domínio do castelhano;
enquanto Catalunha e Euskadi,
avançam para a tentativa de consolidar
uma identidade própria, que na curta ou
na longa - tudo vai depender
dos tempos políticos na Espanha e na Europa -
terão de desembocar,
de facto ou realmente, em a consecução dum Estado
Soberano...
No referente à Galiza, o
abandono da tradicional via de reintegração do galego
no seu sistema
linguístico galaico-português, visão majoritária no exílio
e dentro do
galeguismo histórico; e o inicio do processo de isolamento
- e subsidio
linguístico, da nossa língua do castelhano, que rematou
no decreto Filgueira e
as ainda vigentes Normas Ortográficas e Morfológicas
do Idioma Galego
(ILG-RAG); que foram de grande dano para cultura galega,
ao impedir que o
galego virasse em língua internacional, com todas as possibilidades
e
potencialidades que isso com leva; facilita claramente a expansão do
castelhano,
que conta com redes poderosas internacionais audiovisuais,
com as
quais nossa língua não pode concorrer.
Esta separação da nossa língua
do seu tronco comum acelera
a visão de inutilidade do galego, de
impossibilidade na comunicação
com o mundo lusófono e de incapacidade para
criar "gírias urbanas"
ou novo léxico, que obriga mesmo a mocidade
galeguista
a "copiar" léxico urbano castelhano, acelerando a
substituição linguística,
que hoje mesmo se da no meio rural... onde as
poderosas redes audiovisuais castelhanas,
que dominam o panorama jornalístico e
televisivo na Galiza, chegam com facilidade...
enquanto a Mídia lusófona que
poderia igualar este processo, não pode ser recebida,
e mesmo sendo recebida
seria percebida como uma língua estranha, não nossa;
como hoje a percebe o
português a maior parte dos galegos e galegas....
O real é, pois, que não sendo
uma aprofundação da grave crise económica,
e certo contágio nos processos de
Catalunha e Euskadi, se estes tiveram sucesso,
tanto no político como na
viabilidade económica; em um breve o menos breve futuro,
Galiza se encaminha
diretamente a seu encaixe dentro da Espanha, numa unidade cultural,
sem
diversidade linguística, com predomínio total do castelhano,
e assunção de
normalidade e naturalidade, neste processo.
Mesmo em poucos anos, de seguir
está tendência, o antinatural e o anormal,
seria "impor o galego".
20 de outubro de 2012
O historiador Daniel António Pereira nos brinda com mais uma obra de referência para o conhecimento de Cabo Verde, sua terra, sua gente.Cidade da Praia de Santiago: no compasso do tempo coloca o leitor diante da história de um patrimônio, a princípio arquitetônico e, de forma mais ampla, cultural que merece ser preservado pelas águas do tempo e pelo limo da memória, convocando a uma reação-ação no presente que, efetivamente, possa construir um futuro condizente com a dignidade do passado.
A defesa do patrimônio é a bandeira deste livro, que faculta ao leitor referências fulcrais, de 1497 a nossos dias, para a compreensão de como nasceu e se tem desenvolvido a urbe que hoje sedia a capital da República de Cabo Verde.
Viajar no tempo e pelos espaços da cidade da Praia (acompanhando o dilema de um país de desenvolvimento médio que busca manter os pilares de sua identidade singular em meio à pressão homogeneizante da globalização) resume a aventura a que nos desafia Daniel Pereira ao longo de sua macronarrativa, estimulando uma leitura crítica e uma atitude de respeito para com um dos centros históricos mais relevantes de Cabo Verde.
Para os que amam o chão crioulo e para os que ainda não o conhecem (e certamente amarão), considero obrigatória a fruição deste livro.
Simone Caputo Gomes
Universidade de São Paulo, Brasil
Marcadores:
Daniel pereira,
embaixador de Cabo Verde
18 de outubro de 2012
lemos e assinamos este abaixo-assinado online: «Não uso de igreja em campanha politica»
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N29700
concordamos com este abaixo-assinado, por isso, o divulgamos.
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