20 de dezembro de 2012

Como o Mundo seria melhor se houvessem mais Aristides


O maior heroi português do séc. XX num excelente filme
Caso ainda não tenham visto e queiram ver um bom filme português, 
recomendo-vos "Aristides de Sousa Mendes, Cônsul de Portugal em Bordéus", 
com uma excelente interpretação de Vítor Norte. 
È mesmo uma autêntica prenda de Natal.
Nele se narra, de uma forma fiel à história, como o nosso Cônsul em Bordéus, 
em Junho de 1940, “armado” apenas de uma simples caneta, concedendo vistos, 
salvou mais de 30.000 vidas humanas do holocausto nazi.
Aristides desobedeceu a Salazar, que o demitiu e impediu de exercer 
qualquer profissão, tendo morrido na miséria.
Por isso, para mim, é o maior heroi português do séc. XX, 
pelo seu gesto super corajoso e humanista e está muito bem retratado nesta película.
Para mais pormenores, podem consultar o meu anterior post, clicando em:
O filme passa em Lisboa numa das salas do centro comercial por debaixo 
da praça de touros do Campo Pequeno e numa das do centro comercial Amoreiras.
Como o Mundo seria melhor se houvessem mais Aristides!
Bom Natal a TODOS e Paz na Terra!
Jorge da Paz Rodrigues

17 de dezembro de 2012

Traços & Compassos


Miriam Sales lança Traços & Compassos na livraria LDM

A Pimenta Malagueta Editora, coordenada pela escritora Miriam de Sales Oliveira, realizará no dia 19 (quarta-feira), às 18h, na livraria LDM, no Espaço Itaú de Cinema – Praça Castro Alves, o lançamento da sua primeira Seleta, cujo título será Traços & Compassos. A obra reúne 24 autores de todo Brasil, entre poetas, contistas, historiadores, romancistas e jornalistas, que na opinião da organizadora, representam o que há de melhor na nova literatura brasileira. O livro homenageia Artur de Sales (1879 – 1952), um dos mais importantes poetas baianos.
Na visão de Miriam de Sales, para o leitor e o estudante, ter ao alcance dos seus olhos um pequeno fragmento do processo literário do seu país, amostra de uma época ou período, é uma experiência magnífica e uma inesgotável fonte de conhecimento. “Criar uma Seleta sempre esteve nos nossos planos. Afinal, desde Meléagro di Gádara, criador da primeira Antologia, a ideia de reunir talentos literários num único livro, sempre foi benéfica e inovadora”, justifica.
Uma coletânea, seleta ou antologia pode ser multifacetada como a Traços & Compassos, reunindo poetas, cronistas e contistas, como pode ser apenas um compêndio de um gênero ou escola literária escolhida. Pode ser temática, ou por período. Todas são importantes e bem vindas. Os autores da primeira antologia da Pimenta Malagueta se propõem a oferecer o melhor de si, visando se mostrar ao mundo numa roupagem colorida de ideias, frases, textos e poemas que aquecem a alma e fazem pensar. “Queremos um livro que faça história. Demos a ele uma feição clássica, como nos tempos gregos, berço das antologias”, antecipa à editora e organizadora Miriam de Sales, que também assina a apresentação.
O prefácio foi escrito pela professora Lúcia Helena Alves de Sá, presidente da Casa Agostinho da Silva e ex-membro do Conselho Consultivo do Movimento Internacional Lusófono.
Autores Ana Bailune, Amália Grimaldi, Ana Meireles, Ana Cristina Rocha, Almir Tosta, Arakén Vaz Galvão, Alfredo Lima Neto, Aurélio Schommer, Carlito Lima, Carlos Souza, Cezar Ubaldo, Dinarte Portela, Elenilson Nascimento, Geraldo Ribeiro, Jacira Fagundes, José Cláudio Adão, Luciano Marinho, Malu Ferreira, Marcos Vieira, Marina Gentile, Morgana Gazel, Moacir Saraiva, Sandra Canassa e Valdeck Almeida de Jesus.
Serviço:
O que: Lançamento do livro Traços & Compassos
Onde:  Livraria LDM, no Espaço Itaú de Cinema – Praça Castro Alves – Salvador.
Quando: Dia 19 de dezembro (quarta-feira), às 18h.
Entrada: Gratuita. 
Editora: Pimenta Malagueta Editora - 128 páginas. R$ 25,00
Informações: (71) 3313-4880

15 de dezembro de 2012

Politicando - divulgação

Segue o link de um Blog que acabou de ser criado pelos alunos de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de Brasília.

"Este Blog tem por objetivo criar um espaço de discussão de assuntos políticos e sociais atuais por meio da divulgação de artigos de opinião que permeiam todos os campos do conhecimento como economia, sociologia, antropologia e filosofia. Ele é administrado por alunos de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de Brasília e é uma ferramenta que permite que a produção intelectual vá além do ambiente acadêmico."
Equipe do blog Politicando


10 de dezembro de 2012

Está, infelizmente, sempre atual


O idealizador do "V Império" (o do espírito) e "imperador" da língua Portuguesa,
 como o crismou F. Pessoa, cujo pensamento filosófico foi, em parte, 
retomado pelo Prof Agostinho da Silva, merece ser lembrado como verdadeiro 
percursor da Lusofonia, que viajou naquele tempo 
(1630-1670, viajou oito vezes entre Portugal e o Brasil), 
só tendo escapado à Inquisição porque apelou ao Papa.
JPR


"Sermão do Bom Ladrão"
"Não são ladrões apenas os que cortam as bolsas. Os ladrões que mais
merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos
e as legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das
cidades, os quais, pela manha ou pela força, roubam e despojam os
povos.
Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os
outros furtam correndo risco, estes furtam sem temor nem perigo.
Os outros, se furtam, são enforcados; mas estes furtam e enforcam."





6 de dezembro de 2012


MARCELO REBELO DE SOUSA

Língua Portuguesa tem "valor incomensurável"

por Lusa, publicado por Graciosa SilvaHoje
A língua portuguesa tem um "valor incomensurável" para a afirmação de Portugal na lusofonia e no mundo, disse hoje Marcelo Rebelo de Sousa, na apresentação do livro Potencial Económico da Língua Portuguesa, que decorreu em Lisboa.
"Não se trata de uma obra académica. É o começo de um processo. É preciso ouvir o que o Brasil pensa deste tema e também é preciso uma obra semelhante nos países irmãos da lusofonia", referiu Rebelo de Sousa, em jeito de desafio perante uma assembleia que encheu o salão nobre do palacete Seixas, a sede do Camões -- Instituto da cooperação e da Língua.
O trabalho de investigação, efetuado por uma equipa liderada por Luís Reto, reitor do ISCTE-IUL, e constituída pelos investigadores José Paulo Esperança, Mohamed Azzim Gulamhussen, Fernando Luís Machado e António Firmino da Costa, é composto por duas partes.
Na primeira parte são apresentados estudos ligados às relações entre variáveis económicas/sociais e a língua e na segunda parte são analisados os resultados de um inquérito sobre "usos e perceção dos utilizadores da língua", realizado junto de cerca de 2.500 estudantes de português nas universidades e escolas do mundo em que existem centros de língua e leitorados apoiados pelo instituto Camões.
"É preciso olhar para o setor privado e social, que devem dar a sua perspetiva", insistiu Marcelo Rebelo de Sousa, acompanhado na mesa por Luís Reto e pela presidente do Camões, Ana Paula Laborinho, perante uma plateia que incluiu embaixadores e representantes de países lusófonos, incluindo o secretário-executivo da CPLP, Murade Murargy.
"Levar o livro às escolas, ao básico e secundário, para que se perceba o que está a ser tratado" ou "sensibilizar os decisores políticos e económicos" foram outras sugestões do académico e comentador político, que também fez um apelo "aos órgãos de comunicação social para que não se esqueçam do livro".
Converter a "sensibilidade do livro em ação" para que este tema "possa ser cimeiro em 2013" foi o último repto lançado por Marcelo Rebelo de Sousa, que mereceu a anuência da generalidade dos presentes.
Luís Reto disse à Lusa à margem da sessão que foram analisadas "quatro variáveis, o investimento direto estrangeiro, turismo, fluxos migratórios e comércio externo, e esta vantagem comparativa no caso português é notória particularmente no investimento estrangeiro, e começa a ser ainda no turismo e na emigração".
"Quanto mais a economia do Brasil, Angola ou Moçambique se desenvolverem, na nossa opinião maior será a potencialidade de pertencer a esta comunidade", sublinhou.
Para o reitor do ISCTE-IUL, "pertencer a uma comunidade em crescendo económico e demográfico, com 250 milhões de falantes, significa um potencial económico grande, uma vantagem comparativa face a outro país que não pertença a uma comunidade linguística com esta dimensão".
O coordenador de Potencial Económico da Língua Portuguesa destacou ainda "duas asserções" na área económica, que considera essenciais.
"Quando se muda de língua e tem de se comerciar com outro país a língua funciona como uma barreira à entrada, como se fosse mais um imposto. Mas se estivermos na mesma comunidade linguística, o que designamos por proximidade linguística e cultural, está barreira é fraca ou desaparece. Assim, há mais facilidade em negociar na mesma comunidade".
Artigo Parcial

4 de dezembro de 2012

Aqui está uma mulher/senhora que, sem papas na língua, diz  tudo aquilo que eles deviam ouvir de cara a cara sem pestanejar. Esta cambada de políticos, em nome de uma coisa, que nem sabem o que é, "DEMOCRACIA ", enganam o incauto povo Português. 
 
http://www.youtube.com/watch?v=jNKxFM_WJdI&feature=youtube_gdata_player