6 de abril de 2013
18 de março de 2013
Em Chipre: resgate ou furto qualificado?
“… No sábado, um acordo entre as autoridades cipriotas, a Zona Euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) resultou num plano de resgate ao Chipre, num montante máximo de dez mil milhões de euros.
Em troca, o acordo sugere um imposto excepcional de 6,75 por cento sobre os depósitos bancários inferiores a 100 mil euros, e de 9,9 por cento acima deste valor, para além de uma retenção na fonte dos juros destes depósitos.
Estas medidas deverão garantir um total de 5,8 mil milhões de euros…”
(fonte: Lusa - publicado em vários jornais)
Sejamos claros, este confisco, sem aviso prévio, configura um autêntico crime de furto qualificado, não só pelo valor, mas, principalmente, porque foi premeditadíssimo, em segredo, e sem dar qualquer oportunidade de defesa. Como tal, os seus co-autores morais e materiais deviam ser todos presos.
Será que na “Zona Euro” e no FMI está tudo doido? E ninguém diz nem faz nada perante este autêntico crime?
Jorge da Paz Rodrigues
14 de março de 2013
Papa Bento XVI
Onde estava o amor ao seu irmão? Onde o respeito à dignidade do outro? Triste de ver, Mas Jesus foi tão incompreendido que não devemos nos espantar com certas reações que chegam a ser verdadeiras demonstrações de grosseria. Infelizmente.
Inimigos do papa Benedicto XVI, alguns cardeais recusaram publicamente a cumprimentá-lo. As razões ainda virão, oportuna e certamente, ao público mas condizem com a renúncia papal, com as divisões políticas internas da igreja, quebras de hierarquia, insubordinação, dossiê (ainda) secreto etc.
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8 de março de 2013
17.000 assinaturas polo português na Galiza
A Comissão Promotora da Iniciativa Legislativa Popular “Paz-Andrade”
para promover a língua portuguesa e os vínculos com a Lusofonia
entrega hoje no Parlamento 17.000 assinaturas para que a
Proposta de Lei continue a sua tramitação
Santiago de Compostela, 8 de março de 2013. Na tarde de hoje, seis meses depois
de ser apresentada ante o Parlamento da Galiza, a Comissão Promotora da
Proposta de Lei por Iniciativa Legislativa Popular que leva o sobrenome do
homenageado do Dia das Letras Galegas do passado ano, Valentim Paz-Andrade,
formaliza a entrega das 17.000 assinaturas que asseguram a continuação da sua
tramitação parlamentar. A iniciativa procura uma série de medidas que facilitem
o acesso dos galegos ao universo de língua portuguesa e um maior relacionamento
com a Lusofonia.
Entre as propostas do articulado, figuram a progressiva incorporação do português
no ensino, o fomento da participação das instituições e empresas galegas nos foros
económicos, culturais e desportivos lusófonos, a recepção aberta das televisões e
rádios portuguesas e o reconhecimento desta competência linguística para o aceso
à função pública.
Os promotores explicam na exposição de motivos da proposta que “a nossa língua
outorga uma valiosa vantagem competitiva à cidadania galega em todas as vertentes,
nomeadamente a económica, desde que disponhamos dos elementos formativos e
comunicativos para nos desenvolver com naturalidade no seu modelo internacional”.
Alcançado o objetivo de superar a 15.000 assinaturas requeridas, a Comissão
Promotora destaca a sensibilidade das galegas e dos galegos para a proximidade ou
unidade (em função da perspectiva) da língua falada na Galiza e as restantes falas
lusófonas, permitindo a consecução dos apoios necessários.
Apresentada no Parlamento em 16 de maio de 2012, a proposta une-se ao espírito
da comemoração de Valentim Paz-Andrade, que, para além ser um dos principais
impulsores da moderna indústria pesqueira galega, foi também vice-presidente da
Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que possibilitou a
participação da Galiza nas reuniões para o acordo ortográfico da língua portuguesa
que decorreram no Rio de Janeiro (1986) e Lisboa (1990). A presença galega nesse
acordo ficou registrada no tratado internacional resultante, com uma menção à delegação
de observadores da Galiza no primeiro parágrafo e a inclusão das palavras “brêtema” e
“lóstrego” na descrição das normas acordadas.
Em seu artigo “A evolución trans-continental da lingua galaico-portuguesa” de 1968,
Paz-Andrade questionava e respondia afirmativamente à pergunta “¿O galego ha de seguir
mantendo unha liña autónoma na sua evolución como idioma, ou ha de pender a mais estreita
similaridade co-a lingua falada, e sobre todo escrita, de Portugal e-o Brasil?”. Consciente
do potencial “transcontinental” da nossa língua não só para a sua consolidação como também
para favorecer a potencialidade económica da Galiza, qualificou-a “de una lengua con la cual
pueden entenderse millones y millones de personas, aunque lo hablen con distinto acento o
escriban de forma diferente cierto número de vocablos” (em Galicia como tarea, 1959).
Para a Comissão Promotora da ILP, “esse potencial global é ainda mais evidente e relevante
no momento atual, onde a crise económica em que está a Galiza contrasta com o auge
de novas potências como o Brasil na América, Angola na África ou a China, com o enclave de
Macau, na Ásia”.
17.000 assinaturas polo português na Galiza
A Comissão Promotora da Iniciativa Legislativa Popular “Paz-Andrade”
para promover a língua portuguesa e os vínculos com a Lusofonia
entrega hoje no Parlamento 17.000 assinaturas para que a
Proposta de Lei continue a sua tramitação
Santiago de Compostela, 8 de março de 2013. Na tarde de hoje, seis meses depois
de ser apresentada ante o Parlamento da Galiza, a Comissão Promotora da
Proposta de Lei por Iniciativa Legislativa Popular que leva o sobrenome do
homenageado do Dia das Letras Galegas do passado ano, Valentim Paz-Andrade,
formaliza a entrega das 17.000 assinaturas que asseguram a continuação da sua
tramitação parlamentar. A iniciativa procura uma série de medidas que facilitem
o acesso dos galegos ao universo de língua portuguesa e um maior relacionamento
com a Lusofonia.
Entre as propostas do articulado, figuram a progressiva incorporação do português
no ensino, o fomento da participação das instituições e empresas galegas nos foros
económicos, culturais e desportivos lusófonos, a recepção aberta das televisões e
rádios portuguesas e o reconhecimento desta competência linguística para o aceso
à função pública.
Os promotores explicam na exposição de motivos da proposta que “a nossa língua
outorga uma valiosa vantagem competitiva à cidadania galega em todas as vertentes,
nomeadamente a económica, desde que disponhamos dos elementos formativos e
comunicativos para nos desenvolver com naturalidade no seu modelo internacional”.
Alcançado o objetivo de superar a 15.000 assinaturas requeridas, a Comissão
Promotora destaca a sensibilidade das galegas e dos galegos para a proximidade ou
unidade (em função da perspectiva) da língua falada na Galiza e as restantes falas
lusófonas, permitindo a consecução dos apoios necessários.
Apresentada no Parlamento em 16 de maio de 2012, a proposta une-se ao espírito
da comemoração de Valentim Paz-Andrade, que, para além ser um dos principais
impulsores da moderna indústria pesqueira galega, foi também vice-presidente da
Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que possibilitou a
participação da Galiza nas reuniões para o acordo ortográfico da língua portuguesa
que decorreram no Rio de Janeiro (1986) e Lisboa (1990). A presença galega nesse
acordo ficou registrada no tratado internacional resultante, com uma menção à delegação
de observadores da Galiza no primeiro parágrafo e a inclusão das palavras “brêtema” e
“lóstrego” na descrição das normas acordadas.
Em seu artigo “A evolución trans-continental da lingua galaico-portuguesa” de 1968,
Paz-Andrade questionava e respondia afirmativamente à pergunta “¿O galego ha de seguir
mantendo unha liña autónoma na sua evolución como idioma, ou ha de pender a mais estreita
similaridade co-a lingua falada, e sobre todo escrita, de Portugal e-o Brasil?”. Consciente
do potencial “transcontinental” da nossa língua não só para a sua consolidação como também
para favorecer a potencialidade económica da Galiza, qualificou-a “de una lengua con la cual
pueden entenderse millones y millones de personas, aunque lo hablen con distinto acento o
escriban de forma diferente cierto número de vocablos” (em Galicia como tarea, 1959).
Para a Comissão Promotora da ILP, “esse potencial global é ainda mais evidente e relevante
no momento atual, onde a crise económica em que está a Galiza contrasta com o auge
de novas potências como o Brasil na América, Angola na África ou a China, com o enclave de
Macau, na Ásia”.
um poema em homenagem ao dia internacional da mulher
Eu sou aquela mulher que fez a escalada
da montanha da vida,
removendo pedras e plantando flores.
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homenagem
4 de março de 2013
Não riam. É mesmo inacreditável.
É INACREDITÁVEL
O governador Agnelo Queiroz disse: “A maioria das papelarias e dos alunos estão (sic)
nas áreas mais pobres do DF. Com o Cartão Material Escolar irrigamos nossa economia
e damos dignidade às famílias, Agora, o estudante vai para a escola com satisfação e
autoestima elevadas”. Eis a essência da educação.
Adriana C. da Costa, diarista, beneficiária do Bolsa Família há seis anos, conta do
constrangimento de seus filhos, de 8, 11 e 16 anos, usarem os itens constantes da
cesta escolar gratuita dada pelo governo. Diz ela: “Tinha tênis, meia, uniforme e material,
mas tudo vinha com a sigla do GDF. Amigas minhas já me contaram que os filhos ficavam
com vergonha e não usavam”. E acrescenta: “Meus filhos adoram comprar material.
E sempre escolhem o mais caro, então, vai ser bom, né?”
O secretário da pasta das Micro e Pequenas Empresas considera o Cartão um marco
para o desenvolvimento econômico local: “O Cartão tem duas vertentes. De um lado vai
estimular as crianças e adolescentes da rede pública, consagrando o direito de escolha
durante a compra. E, de outro, incentivará a geração de emprego e renda, pois a papelaria
vai vender mais”. E dando uma de radical de esquerda, ensina que, anteriormente,
o material escolar era fornecido por grandes empresas de outras regiões. Diz essa sumidade:
“Agora, os R$ 36 milhões não vão mais para uma, mas para 210 empresas aqui do DF.”
Quem acredita que os cadernos e lápis, borracha e canetas são fabricados em Samambaia,
Itapuã ou na Estrutural? A qualidade da educação para o governador e seus secretários
está na compra do material escolar. No direito de escolha do lápis e do caderno.
É inacreditável, mas é assim que somos governados.
(Estes fatos foram relatados no CB, 27.2.2013
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