11 de novembro de 2013
por razões que se prendem com a sua situação política interna.
28 de outubro de 2013
DECLARAÇÃO
A Casa Agostinho
da Silva (CAS) — entidade da Sociedade Civil sem fins lucrativos, com
personalidade jurídica inscrita nos órgãos administrativos pertinentes, com
sede em Brasília, na SHCGN 707 bloco N 301 — está ciente de que será sempre
inevitável recorrer ao humanista Agostinho da Silva e ao ex-embaixador José
Aparecido de Oliveira no que tange à formação da Comunidade dos Países de
Língua Portuguesa — uma organização internacional única, concebida na unidade
linguística e, por extensão, nas interinfluências culturais.
É mister, agora, que reforcemos e valoremos a afirmação do
mundo de Língua Portuguesa, sobretudo, em uma nova reconstrução civilizacional
moderna e modernizante, livre de preconceitos e de mentalidades retrógradas,
pois, ainda, há imensos desafios a serem vencidos por meio de algo diferente e voltado para o futuro, como, por
exemplo, através da atração para o português de povos que nunca foram
submetidos ao colonialismo lusitano.
Em respeito ao Instituto
Internacional de Língua Portuguesa (ILLP), antecessor da CPLP e, também, uma de
suas colunas basilar formativa, são injustificadas e arbitrárias as razões que
o tem colocado sob impasses de desarticulação e exclusão do que já foi
realizado nos últimos três anos, porque é este Instituto a base de
concretização de demandas aprovadas no Plano de Ação de Brasília para a
Promoção, Difusão e Projeção do Português pelos Estados-membros.
Enaltece-se o trabalho do IILP na promoção global da Língua que nos
une. Nessa medida, reclamamos que a CPLP apoie ainda mais o IILP de modo a que
este tenha os meios necessários para cumprir a sua missão: a de estreitar laços
e amizades inter-culturais. Para tal, não basta sensibilizar os diversos
Governos. Importa, também, mobilizar o maior número possível de Associações da
Sociedade Civil. Isto porque, é cada vez mais necessário pensar e agir em rede,
o que significa a integração de vias modernas de parcerias que fomentem a
realização de projetos multilaterais, a valorização da capacidade criativa e
produtiva que cada membro da CPLP possa disponibilizar a fim de operacionalizar
atividades que envolvam a manutenção das culturas nacionais e o desenvolvimento
em nível mundial da Língua Portuguesa.
O respeito pelas diferenças que a
própria Língua Portuguesa mantém como riqueza linguística é inconteste. Por
isso, a Casa Agostinho da Silva solicita
que a elaboração, de cunho moderno e tecnologicamente acessível, do Vocabulário
Ortográfico Comum da Língua Portuguesa, elaborado pela equipe do IILP, tenha
continuidade. É de extrema importância e de obrigação indiscutível que cada
Estado-membro da CPLP possa oferecer aos seus falantes acesso viável e
irrestrito aos seus Vocabulários Nacionais. O VOC tem de vir a público não
somente para o Brasil, Moçambique e Portugal, mas, deve atingir e acender a
todos os países da CPLP.
Outra ação que não deve mais ser negada nem negligenciada é a unificação
ortográfica, adotando-se uma escrita comum, mantendo-se, embora as diferentes
pronúncias, e a promoção da cultura geral pluriforme em que estejam
precisamente marcadas as especificidades de cada uma das culturas dos
diferentes países. Cada um deles mantém, em suas regiões, culturas várias e
dentro destas fixam-se as culturas individuais nas quais cada homem tem a
possibilidade de manifestar suas particularidades. A representatividade da CPLP
no cenário internacional já é de per si
representativa pela diversidade que agrega e pelas culturas que valoriza.
Para que haja o fortalecimento da Língua
Portuguesa no espaço mundial, é preciso que haja uma permanente formação
continuada de docentes. Sendo assim, apoiamos a feitura pelo ILLP do Portal do
Professor de Português como língua estrangeira (PPPLE) e solicitamos que seja um dos valores globais agregados da
CPLP e otimizado a todos as gentes aguerridas à cultura de Língua Portuguesa.
Certos de que Excelentíssimo Senhor Embaixador de
Moçambique Murade Murargy e Secretário-Executivo da CPLP acompanha a
preocupação dos membros da Casa Agostinho
da Silva, desejamos sucesso para a II CONFERÊNCIA SOBRE O FUTURO DA LÍNGUA
PORTUGUESA NO SISTEMA MUNDIAL que, a nosso ver, não pode ficar alheia aos
anseios da sociedade civil nem mesmo estar aquém das políticas multilaterais da
língua.
O ILLP, como órgão da própria
estrutura da CPLP, representa um valor comum de ações e pensamentos visto que é
a mola propulsora de inovações e atividades importantes no que tange ao estabelecimento
das políticas linguísticas que mobilizam as renovações no ensino da língua; à
afirmação do plurilinguismo no espaço da CPLP e à convivência das demais línguas
deste espaço com o português; à presença da Língua Portuguesa
nas organizações internacionais; às considerações das diásporas; à contribuição
da Internet e do meio digital para a inclusão, até mesmo, das linguagens
gestuais referentes aos cidadãos surdos no âmbito da comunidade.
Para que possam estar asseguradas nossas
solicitações já referidas, assim como o reconhecimento efetivo da diversidade
linguística nos países da CPLP, entendemos ser pertinente que se garanta para o
ILLP, assessorado por seu Conselho, ter sempre como ordem de trabalho:
(1) a promoção da discussão e ação de políticas
referentes aos falantes de outras línguas do espaço da CPLP;
(2) a criação de foruns permanentes de troca de
informações e de construção de projetos nos quais estejam presentes não apenas
técnicos ou intelectuais, mas abarcar um número mais significativo de agentes e
educadores da sociedade civil, promotores de uma educação para a mudança de
mentalidades;
(3) a discussão mais alargada no âmbito da
formação continuada de profissionais da educação no que se refere à compreensão
do português como língua da modernidade e do pluralismo;
(4) bem como o entendimento de ideologias
linguísticas contemporâneas aliadas ao valor das línguas locais e
transfronteiriças na construção dos Blocos Econômicos Regionais de que os
Estados-membros participam.
No
âmbito do Brasil, a Casa Agostinho da
Silva pleiteia um maior apoio do Executivo, com demonstrações concretas por
parte da própria Presidente, traduzidas em uma política mais acolhedora em
relação ao ILLP, evidentemente, articuladora de nossa Missão de salvaguarda da
diversidade linguística brasileira e o estabelecimento do elo de pertencimento
histórico entre as diferentes coletividades da CPLP.
Com as mais calorosas saudações,
Lúcia Helena Alves de Sá
Presidente da Casa Agostinho da Silva (CAS)
CERRADO DESTERRO - Volume II.
Do Eduardo Dutra Aydos
Ontem recebi o novo livro do Emanuel Medeiros Vieira.
Consagração do poeta, a obra expressa em síntese a dramaturgia da nossa geração.
Destaco, quase aleatoriamente, uma reflexão pertinente:
"O problema é que estamos vivendo um momento de enorme velocidade e de pouca concentração".
Consistente como poucos, Emanuel exercita sua liberdade na contramão deste desatino e foca a sua atenção no que reputa essencial:
"Minha verdadeira cidadela é o território dos afetos.
Transformado estou: no guerreiro que não me imaginava mais - exaurido.
Ainda assim: combatente..."
Generoso, faz-se acompanhar, na perenidade da sua obra, pelo depoimento de muitos que, ao longo do caminho, têm privado da sua convivência e do seu entendimento.
Têm-se, destarte, completo, embora ainda no caminho.
Encarnação de Kleos e mensageiro de Kudos: pelo manejo da palavra, experimenta a glória que ascende aos deuses; e assim, combatente, faz-se também um vencedor, distribuindo da sua própria glória, na memória escrita deste Cerrado Desterro.
Longa vida e merecida imortalidade amigo Emanuel
Ontem recebi o novo livro do Emanuel Medeiros Vieira.
Consagração do poeta, a obra expressa em síntese a dramaturgia da nossa geração.
Destaco, quase aleatoriamente, uma reflexão pertinente:
"O problema é que estamos vivendo um momento de enorme velocidade e de pouca concentração".
Consistente como poucos, Emanuel exercita sua liberdade na contramão deste desatino e foca a sua atenção no que reputa essencial:
"Minha verdadeira cidadela é o território dos afetos.
Transformado estou: no guerreiro que não me imaginava mais - exaurido.
Ainda assim: combatente..."
Generoso, faz-se acompanhar, na perenidade da sua obra, pelo depoimento de muitos que, ao longo do caminho, têm privado da sua convivência e do seu entendimento.
Têm-se, destarte, completo, embora ainda no caminho.
Encarnação de Kleos e mensageiro de Kudos: pelo manejo da palavra, experimenta a glória que ascende aos deuses; e assim, combatente, faz-se também um vencedor, distribuindo da sua própria glória, na memória escrita deste Cerrado Desterro.
Longa vida e merecida imortalidade amigo Emanuel
28 de setembro de 2013
27 de setembro de 2013
Há factos históricos irrefutáveis, simplesmente porque aconteceram...
Intervenção do deputado António Filipe em 18 de Julho de 2008, nos 90
anos de Nelson Mandela na Assembleia da República.
"(...) aquilo que os senhores não querem que se diga, lendo os vossos
votos, é que Mandela esteve até hoje na lista de terroristas dos
Estados Unidos da América. Mas isto é verdade! É público e notório -
toda a gente o sabe!
Os senhores não querem que se diga que Nelson Mandela conduziu uma
luta armada contra o apartheid, mas isto é um facto histórico. Embora
os senhores não o digam, é a verdade, e os senhores não podem omitir a
realidade.
Os senhores não querem que se diga que, quando, em 1987, a Assembleia
Geral das Nações Unidas aprovou, com 129 votos, um apelo para a
libertação incondicional de Nelson Mandela, os três países que votaram
contra foram os Estados Unidos da América, de Reagan, a Grã-Bretanha,
de Thatcher, e o governo português, da altura.*
Isto é a realidade! Está documentado!
Não querem que se diga que, em 1986, o governo português tentou
sabotar, na União Europeia, as sanções contra o regime do apartheid.
Não querem que se diga que a imprensa de direita portuguesa titulava,
em 1985, que: «Eanes recebeu em Belém um terrorista sul-africano».
Este «terrorista» era Oliver Tambo!
São, portanto, estes embaraços que os senhores não querem que fiquem
escritos num voto.
Não querem que se diga que a derrota do apartheid não se deveu a um
gesto de boa vontade dos racistas sul-africanos mas à heróica luta do
povo sul-africano, de Mandela e à solidariedade das forças
progressistas mundiais contra aqueles que defenderam até ao fim o
regime do apartheid.(...)"
*SABEM QUEM ERA O GOVERNO PORTUGUÊS EM 1987 E QUE VOTOU CONTRA? ERA
CAVACO SILVA!
Intervenção do deputado António Filipe em 18 de Julho de 2008, nos 90
anos de Nelson Mandela na Assembleia da República.
"(...) aquilo que os senhores não querem que se diga, lendo os vossos
votos, é que Mandela esteve até hoje na lista de terroristas dos
Estados Unidos da América. Mas isto é verdade! É público e notório -
toda a gente o sabe!
Os senhores não querem que se diga que Nelson Mandela conduziu uma
luta armada contra o apartheid, mas isto é um facto histórico. Embora
os senhores não o digam, é a verdade, e os senhores não podem omitir a
realidade.
Os senhores não querem que se diga que, quando, em 1987, a Assembleia
Geral das Nações Unidas aprovou, com 129 votos, um apelo para a
libertação incondicional de Nelson Mandela, os três países que votaram
contra foram os Estados Unidos da América, de Reagan, a Grã-Bretanha,
de Thatcher, e o governo português, da altura.*
Isto é a realidade! Está documentado!
Não querem que se diga que, em 1986, o governo português tentou
sabotar, na União Europeia, as sanções contra o regime do apartheid.
Não querem que se diga que a imprensa de direita portuguesa titulava,
em 1985, que: «Eanes recebeu em Belém um terrorista sul-africano».
Este «terrorista» era Oliver Tambo!
São, portanto, estes embaraços que os senhores não querem que fiquem
escritos num voto.
Não querem que se diga que a derrota do apartheid não se deveu a um
gesto de boa vontade dos racistas sul-africanos mas à heróica luta do
povo sul-africano, de Mandela e à solidariedade das forças
progressistas mundiais contra aqueles que defenderam até ao fim o
regime do apartheid.(...)"
*SABEM QUEM ERA O GOVERNO PORTUGUÊS EM 1987 E QUE VOTOU CONTRA? ERA
CAVACO SILVA!
experiência Grameen-Danone
http://www.youtube.com/watch?
Há os que pedem subsídios, outros só refilam e há os que fazem!
26 de setembro de 2013
Língua Portuguesa como Língua de ciência e inovação – objetivo da CPLP
Em Defesa da Língua Portuguesa, Língua Portuguesa Internacional a 24 de Setembro de 2013 por ronsoar Tagged:ciência e tecnologia, CPLP, educação, Língua Portuguesa, Lisboa, Lusofonia
Lúcia Vinheiras Alves
do sítio da TV Ciência, do IICT (Portugal)
20 de setembro de 2013
do sítio da TV Ciência, do IICT (Portugal)
20 de setembro de 2013
A II Conferência Internacional sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial vai realizar-se em Lisboa nos dias 29 e 30 de outubro de 2013, com especial enfoque na utilização da Língua Portuguesa como Língua de ciência e inovação.
No programa da Conferência, agora apresentado, constam dezenas de comunicações de proeminentes académicos e estudiosos da Língua Portuguesa que irão refletir porque a Língua Portuguesa perdeu espaço como Língua de ciência.
Ivo Castro, professor da Faculdade de Letras, da Universidade de Lisboa, e membro da comissão científica da Conferência, explicou à TV Ciência que “desde o século XVI que a Língua Portuguesa é uma Língua de conhecimento e de ciência. Quando as várias Línguas principais de cultura da Europa substituíram o latim como a Língua da ciência, o português foi uma delas e tem sido sempre desde então.”
O professor acrescentou que existe “produção científica em Língua Portuguesa quer nas ciências exatas, quer no pensamento em Língua Portuguesa”, mas “agora, no tempo em que estamos, a força de outras línguas é tão grande que muitas vezes nos esquecemos do passado e do património que possuímos”.
“O sentido comum é que hoje em dia o inglês é a língua dominante e que não vale a pena fazer ciência noutra língua que não seja o inglês, e nós somos interpelados a esse respeito muitas vezes”, afirmou o especialista.

Para o professor Ivo Castro, o objetivo do novo Plano de Ação para a Língua é “de defender um território, um património e uma herança”, pois “desde o século XVI que a Língua Portuguesa é uma Língua de conhecimento e de ciência”.
Ao colocar a Língua Portuguesa enquanto Língua de ciência na agenda académica, mas também política dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Ivo Castro referiu que o objetivo não é competir com outras línguas.
“O objetivo é o de não entregar os pontos, o de defender um território, um património e uma herança”, afirmou o especialista e acrescentou que esta “é a obrigação de quem se dedica ao português. Não é o desistir do que é português, não é desistir por Portugal, mas é o de se bater pela manutenção dos nossos recursos.”
Recursos que são essenciais para a produção de ciência em Língua Portuguesa, já que “pensar ciência em português não é o mesmo que pensar ciência portuguesa noutra língua”, explicou, e referiu que “se estivermos na pele da nossa Língua, temos recursos criativos e de definição que não temos se estivermos em tradução”.
E o professor exemplificou que para muitas pessoas “é uma experiência deprimente estar numa sala em que se está a discutir um tema científico, onde, por exemplo, estão apenas portugueses e brasileiros a falar de questões científicas uns com os outros em inglês” e, “por vezes, mau inglês”. Por isso, disse, “um debate entre portugueses e brasileiros em inglês é normalmente uma experiência a não repetir”.
Mas a verdade, é que em Portugal, a comunidade científica e académica comunica quase exclusivamente em inglês.
“Os próprios autores das teses pensam, no momento em que as escrevem, que, se as escreverem em inglês, vão gozar de uma audição internacional mais fácil. São os próprios que fazem essa opção de escrever em inglês. O que em certos domínios faz sentido, noutros pode fazer menos”, referiu.
Ivo Castro disse, no entanto, que “mesmo quando faz sentido, ir ao encontro de um público mais vasto escrevendo em inglês, não podemos esquecer aquele pensamento um pouco melancólico e amargo, de que cada gesto desses é uma facada na Língua Portuguesa”.
–– Terminologias em comum para a ciência ––

Para a presidente do Camões, Ana Paula Laborinho, é possível comunicar ciência em várias línguas – e também em português.
Para Ana Paula Laborinho, presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, há espaço na ciência para comunicar nas várias línguas, não desprezando o português.
“Não há conflito nesse sentido. Achamos que as duas coisas são conciliáveis”, afirmou a responsável, e acrescentou que, dependendo “dos nichos de ciência, compreende-se perfeitamente que também possa haver esse objetivo, que é o de chegar a públicos mais vastos, e não há uma incompatibilidade. E é importante também para os nossos investigadores e para as nossas universidades essa oferta.” No entanto, ressalvou, relativamente à utilização do português como Língua de conhecimento, que, “a par dessa oferta, há outra oferta que temos de consolidar de uma forma que possa ser mais internacional”.
Para alcançar este objetivo, existem recomendações práticas que poderão vir a fazer parte do novo Plano de Ação para o Futuro da Língua Portuguesa, que será definido em Lisboa.
Ivo Castro referiu por exemplo, a “criação de terminologias, de bases terminológicas comuns aos vários países de Língua Portuguesa, nos domínios técnico, cientifico, etc. Para que o mesmo conceito, o mesmo objeto ou o mesmo processo não tenha designações diferentes em Portugal, no Brasil e nos outros países.”
Para o especialista, este é “um objetivo prático que se pode aplicar gradualmente domínio a domínio e que dá resultados garantidos”.
Por outro lado, acrescentou o professor, “um outro aspeto concreto é o de as políticas científicas dos vários países respeitarem a Língua Portuguesa. Em Portugal, um projeto científico só pode ganhar apoios governamentais, das agências de financiamento, se for elaborado em língua inglesa, se for defendido em língua inglesa, se for depois objeto de relatórios em língua inglesa. Isso sobretudo terá mais vantagens se o seu desenvolvimento decorrer em língua inglesa, e nem sempre isso é compatível com os interesses científicos do projeto.”
Uma situação para a qual o professor recomendou uma solução: “Na avaliação das candidaturas e da execução dos projetos, não ser penalizado um projeto que é apresentado em Língua Portuguesa”.
A 29 e 30 de outubro, estes são temas de debate e reflexão em Lisboa, sobre o futuro da Língua Portuguesa no sistema mundial. :::
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ALVES, Lúcia Vinheiras. Língua portuguesa como Língua de ciência e inovação é objetivo da CPLP.
Extraído do sítio da TV Ciência – seção Notícias.do Instituto de Investigação Científica Tropical – IICT
Lisboa, Portugal.
Publicado em: 20 set. 2013.
ALVES, Lúcia Vinheiras. Língua portuguesa como Língua de ciência e inovação é objetivo da CPLP.
Extraído do sítio da TV Ciência – seção Notícias.do Instituto de Investigação Científica Tropical – IICT
Lisboa, Portugal.
Publicado em: 20 set. 2013.
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