27 de setembro de 2011

Revista Identidades



Para visualizar em Tela Cheia, clique no ícone "quadrado" no canto superior direito do ecrã acima.

6 comentários:

Bolivar disse...

Visualmente, a revista está muito bonita.

Vou ler os artigos. Seguramente, eles confirmarão a alta qualidade dessa publicação.

Parabéns para os webdesigners!!

Bolivar.

Belo Horizonte, 28/09/2011.

Anônimo disse...

Chega-me às mãos, via Internet, a 1ª. Edição da Revista Identidades, do dia 1º. de Setembro.2011, pelo que urge, desde já, dar as minhas saudações à Professora Lúcia Helena de Sá, e as Boas-Vindas de felicitação a todo o Universo da LUSOFONIA!

Folha após folha, já tive o prazer de a desfolhar e inteirar-me do seu excelente conteúdo qualitativo - formativo e informativo!

Por experiência própria, sei o quanto é difícil colocar de pé uma iniciativa deste quilate e envergadura. Mais ainda, do universo e dimensão que se propõe alcançar no curto, médio e longo prazos - o espaço LUSÓFONO!

Estamos todos de Parabéns!

A LUSOFONIA, a Casa Agostinho da Silva, a Professora Lúcia Helena de Sá, os colaboradores, que contribuíram generosamente com as suas matérias e, os seus principais e únicos destinatários: OS LEITORES, razão primeira desta tão brilhante iniciativa!

De antemão, Professora Lúcia Helena de Sá, já dá para imaginar o quanto júbilo sente e experimenta nesta hora! Mas, estou certo, de que ainda não está satisfeita, tanto mais, pelo muito que ainda tem pela frente, por fazer, e a COMUNIDADE LUSÓFONA, espalhada pelos Sete Mares, tanto espera de si!

Assim como, o Grande Mestre Agostinho da Silva e o Embaixador José Aparecido de Oliveira, de quem tive a honra de ser colaborador directo, estão orgulhosos pelo seu trabalho realizado e dedicação!

Ou não tivessem sido eles os grandes mentores desta magnífica obra que remonta aos tempos de Jânio Quadros, mais concretamente a 1961!

Primeiro, em 9 de Março de 1962, foi a nova Organização do Instituto Brasileiro de Estudos Afro-Asiáticos, depois, em 1989, em São Luís do Maranhão (Brasil), a criação do IILP - Instituto Internacional de Língua Portuguesa, sediado em Cabo Verde, e, finalmente, a 17 de Julho de 1996, em Lisboa, realizou-se a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo que marcou a criação da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que reuniu Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. Seis anos mais tarde, em 20 de Maio de 2002, com a conquista da sua independência, Timor-Leste tornou-se o oitavo país membro da CPLP.

Concluindo, aqui, lhe deixo os meus mais ardentes votos pelo SUCESSO desta grande e oportuna INICIATIVA, que, certamente, não deixará de envolver todos os amantes da LUSOFIA!

Bom Trabalho!

Boa Sorte!

Paulo M. A. Martins
___________________________________

Jornalista luso-brasileiro e
Conselheiro da Fundação Aristides de Sousa Mendes (Portugal)

Jorge da Paz Rodrigues disse...

Sem dúvida uma excelente revista histórico-cultural e olhos postos no futuro.

Os meus entusiásticos parabens à professora Lúcia Helena de Sá e aos demais colaboradores, fazendo minhas as palavras do comentário anterior do Paulo Martins.

Um grande abraço Lusófono.

Mambembrincantes disse...

Vivemos em um tempo em que o mito da felicidade, esta coisa que ninguém sabe explicar o que é, mas que todo mundo entende quando falamos, nos oprime, no dever inexpugnável de a encontrarmos, a todo custo. Tanto a buscamos, que ela se afasta de nossa vida cotidiana. Agostinho nos traz a perspectiva de a construirmos pela busca "do que ainda não começou"! Um poeta amigo meu, Carlos Babau diz: "Já que tudo dá em nada, o advir é o melhor"! Isto nos alenta, nos fortalece o amor na humanidade: O que há de vir, há de vir melhor... Salve Agostinho da Silva, Salve Paulo Freire, Salve Miltons Santos, Salve tantos outros profetas lusófonos do advir...

Mambembrincantes disse...

Do que ainda não começou

Um senhor de barba e cabelos brancos,
Falador da língua da Luz, pois, da língua de nossos avós
Veio de terras d'além mar, de outros cantos
Seu canto de Amor veio cantar, aqui, entre nós

Seu canto falava da luta de todo dia
Dos trabalhadores do corpo, santuários da inteligência
Campanários dos cantos do boi e da rebeldia
Minaretes da sabedoria e da complacência

Que o Amor Divino, menino, graça por aqui
E este senhor o soube ver quando aqui andou
Nestas terras de palmeiras, samaúmas e pequis

E ao nosso coração tropical, cálido conquistou
E adoçou com vinhos sem alcool de abacaxis
Pregando a construção constante do que ainda não começou!

Postado em meu blog: www.chiconogueira-mambembrincantes.blogspot.com

Casa Agostinho da Silva disse...

Muito bom, Chico
e melhor será ouvir esse poema
em viola caipira.
Espero por isso e oxalá onde esteja
Agostinho também a dar vivas!!!!!